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Lixo não tratado é problema. Polui o solo, a água, o ar e atrai animais que transmitem doenças. Mas a nem tudo que é considerado lixo é lixo. Em Belo Horizonte, lixo é sinônimo de trabalho e inserção social. Além dos serviços cotidianos de coleta domiciliar de lixo, varrição, capina e aterramento de resíduos, desde 1993 a Prefeitura, por meio da Superintendência de Limpeza Urbana – SLU, dá atenção especial à coleta seletiva e à reciclagem, seja de papel, metal, plástico e vidro, seja de entulho e resíduos orgânicos.
Essas iniciativas fazem parte do Modelo de Gestão de Resíduos Sólidos, que tem o objetivo de reduzir a produção do lixo encaminhado para o aterro sanitário, diminuir os impactos ambientais negativos e levar benefícios sociais à população.
A Lei Orgânica do Município estabelece que o material proveniente da coleta seletiva domiciliar deve ser destinado prioritariamente para os catadores. O entulho originado da construção civil é processado e reaproveitado, os alimentos em condição de consumo são destinados ao Banco de Alimentos e os demais resíduos orgânicos são processados em uma usina de compostagem.
O envolvimento da sociedade na coleta seletiva, com estratégias de educação ambiental e mobilização social, também é exigência legal. Por isso, a importância da participação social. Atualmente, com o aumento do atendimento em vilas e favelas, cerca de 95% da população da capital é beneficiada pelos serviços de limpeza urbana.
Fonte:
http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/contents.do?evento=conteudo&idConteudo=15811&chPlc=15811&termos=coleta%20de%20lixo
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